<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Sylverio &#187; IBatis</title>
	<atom:link href="http://sylverio.com.br/blog/tag/ibatis/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://sylverio.com.br/blog</link>
	<description>Análise, Arquitetura, Orientação a Objetos, UML, Tecnologias e Programação</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 May 2012 02:35:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Persistência de Dados com IBatis ou NHibernate</title>
		<link>http://sylverio.com.br/blog/2009/02/persistencia-de-dados-com-ibatis-ou-nhibernate/</link>
		<comments>http://sylverio.com.br/blog/2009/02/persistencia-de-dados-com-ibatis-ou-nhibernate/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Fernando Sylverio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IBatis]]></category>
		<category><![CDATA[NHibernate]]></category>
		<category><![CDATA[Persistência]]></category>
		<category><![CDATA[SQL]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sylverio.com.br/blog/?p=63</guid>
		<description><![CDATA[Em quase todo sistema que utiliza banco de dados para armazenar e recuperar informações, torna-se difícil o mapeamento das tabelas com os objetos utilizados pela aplicação, por diversos fatores como por exemplo: O desenvolvedor perde muito tempo codificando classes e &#8230;<p class="read-more"><a href="http://sylverio.com.br/blog/2009/02/persistencia-de-dados-com-ibatis-ou-nhibernate/">Saiba mais &#187;</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em quase todo sistema que utiliza banco de dados para armazenar e recuperar informações, torna-se difícil o mapeamento das tabelas com os objetos utilizados pela aplicação, por diversos fatores como por exemplo:</p>
<ul>
<li>O desenvolvedor perde muito tempo codificando classes e diversos métodos para preencher seus objetos.</li>
<li>Quanto mais o sistema cresce, mais complexo se torna o código para preencher os objetos utilizados pela aplicação.</li>
<li>O processo de preencher todos os objetos em cascata, muitas vezes torna lento o sistema, alem disso, podem acabar causando diversos erros por seus objetos estarem nulos, quando não são corretamente preenchidos.</li>
<li>Difícil manutenção e escalabilidade do sistema.</li>
</ul>
<p><!-- br--></p>
<p>Para resolver esses problemas temos algumas aternativas, como a utilização de ferramentas de mapeamento objeto/relacional, como o <a href="http://ibatis.apache.org/" target="_blank">iBatis</a> e <a href="http://www.hibernate.org/" target="_blank">Hibernate</a>.</p>
<p>A versão do Hibernate para .NET chama-se <strong>NHibernate</strong>.</p>
<p>Mas o que são essas ferramentas:</p>
<p>Ambos são framework escritos em Java e .NET (o iBatis também trabalha com Ruby/Rails), que trabalham com aplicações permitindo o acesso a banco de dados sem a necessidade de escrever uma linha de código JDBC ou ADO.NET, fazendo todo todo o acesso através de associações de querys SQL ou stored procedures a objetos por meio de um XML de mapeamento.</p>
<p>Com essas ferramentas podemos reduzir significativamente os problemas apresentados acima.</p>
<p>Mais adiante farei um post com exemplo de utilização do iBatis e hibernante.</p>
<p>Até mais <img src='http://sylverio.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sylverio.com.br/blog/2009/02/persistencia-de-dados-com-ibatis-ou-nhibernate/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

